terça-feira, 15 de novembro de 2011

Bracara Augusta

O outono em Braga lembra uma torrada com manteiga no café brasileira; as aulas num complexo  da UM a cair aos bocados; o frio das segundas-feiras de manhã e um mundo cheio de promessas que acabaram no regresso aos Açores.A vida apagou-me da minha existência mais doce. Fui como uma planta que cresceu selvagem e que quando estava a receber da terra os minerais que precisava, fui ceifada por uma mão invisível e colocada num vaso com terra lodosa...
Depois de uma reunião em que os alunos são humilhados sem saberem, sem nunca se poderem defender porque é nas suas costas que falam, venho para casa com o coração aos pés, uma sede de revolta e um azedume que dava para contaminar tudo à minha volta. Em compensação tive mais uma ideia para os alunos brilharem e tenho a certeza que vai resultar. 

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