domingo, 10 de agosto de 2008

Rio

No Crepúsculo,
Com passos incertos invento o rio,
Os olhos apoiam-se nas sombras das árvores,
Pouso os ouvidos no murmúrio da água,
Do sossego vem o eco dos passos,
O engenho chama a boca a fechar-se em silêncios…



Foto do Rio Coura (Paredes de Coura)

6 comentários:

Anónimo disse...

gostei da imagem e da poesia.

Anónimo disse...

Parabéns pelo o teu poema muito singelo e bonito.

Bjinhos.

Pelos caminhos da vida. disse...

Retribuindo visita!

Poema sereno.

uma otima noite.


beijooo.

Anónimo disse...

Gostei muito do poema "Rio". Simples e muito bonito! É um poema que junto com a música traz muita serenidade e calma a quem o lê e a ouve.
Continua a mostrar essa veia poética que tens e que desconhecia. Parabéns!
Uma boa noite e inspira-te para mais!

Anónimo disse...

Gostei muito do poema "Rio". Simples e muito bonito! É um poema que junto com a música traz muita serenidade e calma a quem o lê e a ouve.
Continua a mostrar essa veia poética que tens e que desconhecia. Parabéns!
Uma boa noite e inspira-te para mais!

brasa disse...

Bonito poema...O silêncio do barulho das águas é algo que adoro...Dá paz, serenidade...Beijito...